Aula de aquecimento · IFL · legenda automática do YouTube (pt) [00:00] Olá, seja muito bem-vindo à nossa aula de aquecimento da imersão ferramentas lucrativas que vai acontecer nesse final de semana. E essa aula serve para te introduzir um pouco ao universo dessas ferramentas, para você entender um pouquinho mais, tem um alinhamento de expectativas aí e se preparar da melhor forma possível para aproveitar o máximo a nossa imersão no final de semana, tá? No final da aula vou dar alguns recadinhos também. Então fica por aqui e aproveita porque eu preparei esse conteúdo com muito carinho, muita dedicação aqui para vocês. Então para começar a gente vai falar um pouquinho sobre qual ferramenta você vai construir na imersão. No vídeo eu vou estar olhando aqui pro lado porque onde tá o meu monitor. E basicamente aqui a gente vai passar pela metodologia de possíveis ferramentas que você pode construir. Obviamente que durante a nossa imersão de dois dias, a gente vai focar em uma que é a que eu vou estar construindo ao vivo com vocês. E essa aula serve para vocês terem esse repertório mais amplo junto também com aquele guia das 30 [01:03] ferramentas que alguns de vocês compraram como order bump. Se você ainda não comprou aqui na área de membros, você consegue selecionar ali no menuzinho e fazer a aquisição aí do seu guia, tá? Ele é tanto interativo aqui no sistema quanto também o PDF aí vai ser liberado para você ter esse material para sempre. Então, basicamente, e essa imersão existe e a construção de ferramentas existe pra gente conseguir melhorar o a qualidade da nossa entrega e também diminuir o limite dessa entrega, ou seja, escalar os nossos produtos, os nossos serviços, sem ficar dependendo de precisar treinar outras pessoas ou, enfim, eh, então é conseguir criar ferramentas para otimizar realmente a nossa agenda, melhorar a qualidade do que a gente entrega e vários outros objetivos que vocês vão entender um pouco melhor aqui. E basicamente por que isso acontece, né? Porque até ano passado, antes do vibe coding, que é essa lógica da gente conseguir fazer código utilizando [02:02] inteligência artificial, sem precisar saber programar, sem precisar saber a linguagem de código. Eh, antes disso era muito caro, muito custoso criar qualquer uma dessas ferramentas. Então, muitos de nós até tínhamos várias ideias de sistemas, de possibilidades que a gente poderia criar, mas a gente não se permitia fazer isso porque pra maioria das operações isso não era sustentável, não era viável. Então, hoje a gente fala muito, né, que o gap entre a ideia e a execução praticamente morreu, mas não é porque dá para fazer tudo, não é porque tá mais fácil, tá mais barato, tá mais rápido que a gente deve fazer tudo. Então, um dos objetivos dessa aula é ampliar o seu repertório, mas também te ajudar a escolher qual é a ferramenta certa que você deve começar. Você pode sim depois fazer todas que você quiser, todas que realmente fizer sentido desenvolver, mas a gente precisa aprender a desenvolver esse critério para não sair desperdiçando tempo, token, energia, eh dinheiro mesmo com coisas que não vai realmente fazer [03:02] sentido, que não vai valer a pena. Então, a o grande problema, né, que a gente quer resolver é acabar com aquela coisa do dia a dia, de ficar mandando material, de estar o tempo todo disponível, eh de realmente viver ali em função dos nossos clientes, dos nossos mentorados, dos nossos alunos e a gente poder focar no que realmente precisa da nossa energia, que é esse acompanhamento, né? Então, aonde realmente o mentor precisa tá presente. Eh, então a gente precisa sempre saber aonde que a que a pessoa que a gente tá ajudando, onde é que ela parou, qual que é o próximo passo, enfim. Então, ferramentas que não dependem da nossa agenda, que ajuda o nosso cliente a saber o próximo passo, a aplicar, a implementar o nosso método e ao mesmo tempo também eh tira aquela carga de ter que ficar o tempo todo respondendo, enfim, são muito bem-vindas, são muito proveitosas em vários sentidos, tem vários benefícios, como vocês vão ver aqui ao longo das categorias. E o grande problema é que quando o nosso produto tá [04:03] ruim, quando tem algum problema no nosso produto, quando o nosso produto não atinge as expectativas, provavelmente ninguém vai reclamar. dificilmente o seu aluno, seu cliente, ele vai vir reclamar do seu serviço. São poucas pessoas que vão realmente eh responder uma pesquisa e dar uma nota baixa eh ou vão ã chegar diretamente para você e dar um feedback construtivo. Então, o que a gente vai ver de sinal no fim das contas é um engajamento baixo. Então, você vendeu, entrou 100 pessoas na turma, mas só cinco chegaram até o final, só 10, né, realmente assistiram os conteúdos. Então isso é um dos sinais, o resultado baixo. Então quantas pessoas que compraram seu produto, seu serviço, realmente atingiram a promessa, realmente atingiram o objetivo delas, realmente eh tiveram o resultado que foi prometido e consequentemente renovação baixa, porque se o engajamento tá baixo, aquelas pessoas que não estão engajando, dificilmente elas vão renovar. Acontece, tá? Eu tenho vários casos aqui de [05:03] clientes, isso é muito interessante, que justamente pelo produto ele ser muito autônomo, a as pessoas conseguem aplicar, conseguem eh seguir a jornada, conseguem ter resultado sem ficar dependendo de mim. Muitas vezes eu acabo tendo essa falsa sensação de que, ah, o engajamento para algumas pessoas tá baixo e quando eu vou ver aquela pessoa renova, porque daí eu vou conversar, ela fez, ela aplicou, ela teve resultado, só que ela não é uma pessoa de ficar ali comentando, participando no grupo e tal. Então, tá tudo bem, isso pode acontecer, uma coisa não elimina a outra, né? Mas a gente tem que ter cuidado eh ao observar esses dados. A gente precisa realmente analisar se esse engajamento baixo é porque a pessoa simplesmente abandonou o produto ou é porque ela tá aplicando, mas ela é mais low profile, ela não se envolve tanto ali. Eh, e claro, a renovação baixa é o maior dos sinais, né? Porque se, claro, se o meu produto é um produto de renovação, a gente tá falando nesse contexto, é uma mentoria cíclica, é um produto de renovação. Eh, se é um produto que não é de renovação, [06:02] eu preciso ver a ascensão, né? Então, ah, eu vendi um produto, ã, que que tenha um próximo passo, eu vendi um serviço que pode ter um outro serviço depois. A gente sempre quer aumentar o LTV, né, o longterm value, que é a o quanto que aquele cliente gasta com a gente ao longo do tempo, porque eu tive um gasto para adquirir aquele cliente. Eu gastei com tráfego, eu gastei com eh on board, enfim, com toda a demanda que tem, todo o investimento que tem para atender aquele cliente e para captar aquele cliente. E agora eu quero manter ele, eu quero eh uma vez assisti uma palestra que a especialista brincou, né? Uma vez que a cliente passa o cartão para mim, aquele cartão passasse é meu, não é mais dela, né? Então a gente quer eh realmente que aquele cliente compre o mais vezes da gente. É por isso que a gente precisa pensar numa esteira de produtos também estratégica nesse sentido. Mas a gente não vai aprofundar isso aqui, né, na nessa imersão, tá? Essa imersão é focada em criar ferramentas pros nossos produtos. É a parte de esttera de produtos, de estratégia de produto, a gente fala lá dentro do DEPEF, que é o programa [07:02] completo, a mentoria de implementação, mas aqui a gente vai focar em ferramenta. Então, a ferramenta ela serve para isso, para aumentar a taxa de renovação, para aumentar a taxa de resultados, o quanto que o meu aluno tem resultado, aplica o meu método e indica também a gente para outras pessoas. Então, criar uma ferramenta não é só criar um software. A gente não vai simplesmente eh montar uma arquitetura, eh pedir para ir a fazer ali os códigos, publicar isso, não. A gente precisa pensar em acompanhamento. Essa é a palavra-chave. Então, quais são os dados que eu preciso acompanhar? Quais são os resultados que eu quero gerar? Porque se eu não tô acompanhando métricas, eu não consigo otimizar o meu produto. É uma coisa que parece óbvia, mas pouca gente faz. Então, a gente vai ver as plataformas tradicionais de áreas de membros, de cursos, quais são as taxas que a gente tem lá, as métricas que a gente tem lá, geralmente é o quê? Conclusão, taxa de conclusão, quantas pessoas acessaram a plataforma, quantas pessoas assistiram as aulas, mas a maioria dos produtos eles não são mais [08:03] para assistir passivamente. As pessoas precisam fazer. Então, como que a gente monitora se o meu aluno, se o meu cliente ele tá fazendo a parte dele, ele tá aplicando o meu método, ele tá usando o meu produto ou que ele aprendeu com o meu produto no dia a dia dele? É isso que a gente precisa mudar. Então, a a mim o grande valor dessas ferramentas é isso, é criar ferramentas que ajude a pessoa a aplicar, a implementar um método e que me ajude a acompanhar esse progresso. No fim das contas, esse é o principal aí que a gente precisa eh tá olhando aí pro nosso produto. E daí as seis famílias que a gente separou aqui para ficar mais didático, para vocês pensarem aí qual vai ser essa ferramenta que vocês vão desenvolver. A primeira é aquela que o cliente acessa e aí a gente vai ver depois certinho cada uma delas, tá? Então a gente vai passar aqui por cada uma depois. Então o que o cliente acessa, tem aqui o cliente se enxerga, ou seja, que ele acessa, ele acessa passivo, ele só entra lá, acessa, consulta alguns materiais. Aqui ele se [09:04] enxerga, ele alimenta informações lá, então ele consegue ver o progresso dele, ele consegue ver dados, coisas que ele implementou. aqui ele realmente executa, então, ferramentas mais ativas, tipo, ah, vai ser um CRM que eu vou entregar pro meu cliente para ele aplicar realmente a minha metodologia de vendas no dia a dia dele, por exemplo. Então, eh são ferramentas realmente acionáveis que vão fazer parte do dia a dia do cliente e não só mostrar informações para ele que o cliente gerencia. Então ele vai realmente tá gerenciando ali informações, dados, eh, e não só aplicando exercícios, por exemplo. Então, até o CRM, ele seria que mais no gerencia. O executa, seria mais ferramentas onde ele vai eh executar uma parte do seu método, né? Então, ah, antes de ter o CRM de vendas, pode ter ã uma ferramenta para ele descobrir qual é a metodologia ideal de vendas para ele, algo nesse sentido, ou para ele criar um [10:02] script pro produto dele, enfim. Então, é uma ferramenta que ajuda ele a executar. Tem as os tipos de ferramenta que o cliente conversa, né? Então, ferramentas mais conversacionais envolvendo WhatsApp, envolvendo eh inteligências artificiais, enfim, e ã ferramentas que são para você e paraa sua equipe. Então, todas as outras é pro cliente visualizar, mas existe essa categoria também que são as nossas ferramentas paraa nossa operação. Porém, pensando em produto, né? Pensando sempre nessa lógica de ascensão de produto, de melhorar a qualidade, de otimização de tempo e assim por diante. Então, vamos ver um pouquinho de cada uma delas agora. A primeira delas, o cliente acessa. Então a família eh um aqui de seis, né, é justamente aquela que o cliente precisa só acessar informações, ele só vai visualizar lá o banco de referências, enfim. Então quando que a gente vai fazer isso? Quando o material que você entrega pro seu cliente, pro seu aluno, mentorado, tá espalhado em pastas, em grupos, em e-mail. Então vive eh tendo solto lá no na descrição do [11:05] grupo do WhatsApp tem um monte de link solto. No próprio WhatsApp fica um monte de arquivo, ã você envia coisas por e-mail, depois o cliente não acha, fica perguntando onde é que tá. Eh, quando a pessoa entra, vê tudo aquilo que você entrega, tem lá na área de membros um monte de material, mas ela não sabe por onde que ela começa quando o cliente pergunta de novo aquilo que já tinha sido combinado. Então, não existe uma documentação clara ali. E alguns exemplos, então um painel de aulas, jornadas conduzidas, página do cliente, biblioteca contextual e assim por diante. E aí, o que que isso vai acompanhar, né? a gente vai conseguir acompanhar quem fechou cada etapa, o que que essa pessoa entregou. A gente vai conseguir acompanhar realmente ali o progresso desse cliente a partir do que ele tá acessando, né? né? A partir do momento que ele acessa os materiais, que ele baixa os materiais, a gente consegue estar acompanhando esses dados por se tratar de uma plataforma proprietária. [12:03] Agora, quando o cliente se enxerga, eh, a gente vai fazer essa ferramenta quando toda a coleta do cliente nova é feita no improviso. Então, eu preciso que o cliente mande algum material, eu preciso que ele responda alguma pesquisa, algum formulário, alguma coisa. Então, nessa situação, esse tipo de ferramenta é muito útil. Quando a decisão de produto é tomada por percepção. Então, se o cliente ele precisa perceber mais valor no seu produto, pode ser uma boa opção também, porque você vai mostrar, olha só, você vai ter uma ferramenta onde você vai visualizar o seu progresso, suas informações e tal. Então isso também dá uma sensação de personalização quando o cliente evolui e não percebe. Isso é um problema que 90% dos meus clientes me relata, que é justamente de Maara, eh, os meus alunos eles têm resultado, os meus mentorados eles têm resultado, mas eles não percebem. Chega na hora de renovar, a gente compara, a gente mostra, olha só, tu tava assim, começo do ano, agora tá assado. Mas eles não relacionam, eles não visualizam que [13:01] isso foi por causa da mentoria. E a gente sabe que foi então nesse caso também esse tipo de sistema, onde ele visualiza o progresso, onde ele consegue ir vendo o avanço dele etapa por etapa, a gente tem um log ali, um registro de todo o histórico, isso também acaba sendo muito útil. Então, exemplos, coleta de requisitos, pesquisa de onboarding, diagnóstico que gera um resultado ali na hora, eh pesquisas de forma geral, radar de evolução, relatórios personalizados, tudo isso são ferramentas que a gente pode estar criando dentro dessa categoria e isso vai acompanhar justamente a distância de onde ele entrou e aonde que ele tá agora e obviamente onde que ele vai chegar ali no final do seu produto para melhorar ali a taxa de renovação, de ascensão e tudo isso. Agora, a família três é quando o cliente executa. Então aqui a gente já tá falando de ferramentas que vão ajudar a pessoa a tomar decisões, a aplicar o seu método, a eh criar coisas personalizadas, enfim, são os famosos [14:04] exercícios. Por exemplo, se for pensar numa apostila da época da escola, né, o exercício ali de fixação, de aplicação, do que a gente aprendeu e tal. Então isso pode estar ali também, por exemplo, então quando fazer eh quando a decisão foi tomada numa reunião, por exemplo, mas depois ela evapora, então você vai lá, faz todo o encaminhamento, orienta todo o seu mentorado, seu cliente de consultoria, o que for, mas depois você faz lá um PDF, alguma coisa entregue, ele não aplica, ele não faz aquilo. Então, ferramentas que ajuda ele a executar, que vai ter uma contability ali, que vai est que vai ter ali alguém realmente cobrando, alguém pode ser ouá ou alguém da sua equipe ou você mesmo que vai estar ali acompanhando prazos, metas. Então, pode ser, por exemplo, um camban de tarefas, coisas nesse sentido. Ã, quando você, por exemplo, manda um checklist e ele nunca volta preenchido, coisas que ficam soltas ali e o cliente acaba não executando, quando ele, ã, vê um template em branco, isso causa uma [15:03] paralisia. Então, ter ali também esse passo a passo bem organizado, bem eh enfim, montadinho ali, ajuda a pessoa a executar. Então, como eu falei, um plano de ação no Camban pode ser um exemplo. Checklist de implementação, calculadoras, simuladores, são ferramentas muito boas, geralmente os alunos gostam bastante. Bancos de referência, banco de prompt, banco de script, coisas que realmente vai ajudar a pessoa a executar, gerador de entregáveis, registro de rotina e assim por diante. E aqui o objetivo de acompanhar é o que realmente foi feito entre um encontro e outro em cada etapa da jornada ou assim por diante. Aqui a gente quer ver ação e não só, é o progresso de forma mais geral, mais macro ou se ele assistiu ou se ele baixou algum material. Quarta família é quando o cliente gerencia o próprio negócio dele dentro da sua ferramenta. Então, se o seu negócio, se a sua mentoria, consultoria, enfim, ela tem essa característica de ser algo mais eh business, mais de ou é [16:05] de marketing, de vendas, de negócios, de gestão, enfim, você pode estar criando suas próprias ferramentas que vão substituir, vamos dizer assim, as ferramentas do mercado, porém com a sua metodologia dentro. Então, quando a gente coloca, cria ali, né, um CRM que a equipe do cliente pode utilizar, a gente vai tá o quê? eh, ajudando que ele vá aplicar a nossa metodologia, porque eu já vou colocar o meu método, os meus scripts dentro desse CRM e também ajudando a fidelizar esse cliente, porque ao invés de pagar um CRM caro por fora, ele vai estar usando o meu CRM e consequentemente às vezes é mais barato ele pagar a renovação da minha mentoria, porque além do CRM ele vai continuar tendo acesso a várias outras coisas. É, e quando bota isso na ponta do lápis fica muito atrativo. Tem uma mentoria, por exemplo, que eu faço parte, que ela tem tanta ferramenta lá dentro que a gente tem acesso, que se tu for calcular, se tu fosse assinar todas aquelas ferramentas externamente, seria muito mais caro do que a mensalidade da [17:03] mentoria. Ã, os números moram em lugares diferentes, né? Então, se o seu cliente ele tem negócios bagunçados, você observa que hoje uma das dores do seu cliente é ter números bagunçados, você pode estar criando um sistema de gestão, um um e mini RT, vamos dizer assim, ou um mini eh sistema ali de com planilhas e tal, com gráficos, dashboards, que vai ajudar ele a visualizar e pensar: "Nossa, eu quero essa organização para mim". quando o conhecimento vive só na cabeça do dono e depois tome. Então, se o seu cliente tem essa característica, né, de ter essa dor que talvez muitos de vocês tem, mas o cliente de vocês também tem, também criar sistemas de gestão pode ser uma boa. E alguns exemplos, então CRM com o método, dashboard também com o seu método, eh painais de indicações, base de conhecimento do negócio dele. Só que tudo isto precisa ser personalizado com o seu método para fazer um diferencial ali, para ter um diferencial ã que não seja competitivo ou comparável com outras ferramentas do [18:04] mercado. Isso vai fazer ele acompanhar os números dele, só que pelo seu critério, que é o que eu falei, né, que é essa grande diferença aí de a gente tá fazendo uma ferramenta própria. Agora, a família cinco é a última das que o cliente acessa, é quando ele realmente conversa. Então você pode estar criando aí um assistente, por exemplo, treinado com o seu método, que fica no WhatsApp do grupo da sua mentoria respondendo seus mentorados por você. Eh, você pode criar uma ferramenta que eh vai ser uma IA, que ela fica ali na área de membros e a pessoa pode conversar com essa inteligência artificial ali sobre o conteúdo da aula e assim por diante. Então, quando fazer quando as mesmas perguntas precisam ser respondidas toda semana, se você tem esse problema de as pessoas perguntarem a mesma coisa direto, pode ser uma boa fazer, porque ela já tem essa característica de ser mais conversacional. Então, às vezes não adiantar, mas eu documento lá, tá tudo bonitinho no sistema e eles não entram para ver, eles continuam me perguntando no WhatsApp. Então, nesse caso, criar [19:02] uma IA e e ensinar eles a conversarem com SA, ao invés de pedirem para vocês primeiro, pode ser uma boa. O cliente eh executa entre as sessões e acaba travando. Então, ter ali também uma e há uma ferramenta conversacional pode ajudar nessa etapa. quando uma dúvida boa morre no grupo. Então, surgiu ali uma coisa que poderia gerar uma discussão, mas não teve ninguém ali para responder, para levar aquilo pra frente. E alguns exemplos, assistente treinado com seu método, mural de membros, ranking de gamificação, resumo pósão, recepção por WhatsApp, tudo isso são algumas possibilidades aí eh de ferramentas dentro dessa categoria. E o que que isso vai acompanhar? Isso vai est acompanhando o que que ele pergunta e aonde que ele trava. Então, além de a gente ter uma ferramenta que gera uma resposta rápida pro cliente, a gente também vai ter muito mais dados, né? Porque uma vez que eu tô gerenciando, monitorando a interação dessa IA, eh eu consigo saber o que que as pessoas estão [20:02] perguntando mais e consequentemente tem informação para melhorar o meu produto também. E daí a gente vai pra última família, que é quando a gente cria ferramentas para nós e paraa nossa equipe. E essas ferramentas elas são principalmente pra gente ter visualização de dados, pra gente monitorar informações. Então, por exemplo, quando a gente descobre só lá na reunião que a pessoa não fez nada do que tinha sido conversado, isso é um sinal de alerta. Se eu tivesse um sistema, eu vou, eu já ia ter esse monitoramento, eu já ia saber ali que a pessoa eh respondeu, pergunta, não respondeu, enfim, o que que ela tem ali de informação. E daí eu chego na reunião individual mais preparado com essas informações, quando a gente descobre que a pessoa sumiu só na hora que ela não renova, né? Então chega na hora da renovação e aí a gente vai ver que a pessoa já sumiu lá no participou do primeiro encontro, depois nunca mais fez nada, mas ninguém foi atrás, eu não tinha informações, eu não sabia. eh, que essa pessoa tava passando por dificuldade e daí a gente lava as mãos. Ah, mas ela não veio atrás, ela não [21:02] pediu ajuda. E não é assim que funciona quando a gente tá tocando um negócio. É sim, não é necessariamente nossa responsabilidade, mas é nosso papel e é estratégico a gente ter essa ação mais proativa de realmente olhar pros nossos clientes, pros nossos alunos, pros nossos mentorados de uma forma mais interessada e não só interesseira. Então, o que mais acontece no mercado é a pessoa pagou, aí depois, ah, eu vou deixar eles lá, eles estão se virando com o produto enquanto eu foco no próximo lançamento. E não, a gente precisa olhar para quem já tá lá dentro de uma forma realmente interessada, realmente querendo que eles sejam os nossos cases de sucesso, né? É o que eu sempre falo pros meus mentorados. Eu quero que cada um de vocês seja o meu querido de sucesso. Não só porque eu quero o depoimento bonito de vocês no meu próximo lançamento, mas principalmente porque eu tô genuinamente preocupada com o resultado de cada um de vocês. É o que me motiva, né? É o que me impulsiona a fazer o que eu faço todos os dias. Então, se você pensa dessa forma também, faz sentido você olhar [22:02] para esse tipo de ferramenta. Ã, quando você atende mais gente do que você segura na cabeça, ah, tá. Quando você atende mais gente do que cabe na sua cabeça, no meu caso é um limear bem pequenininho, então eu realmente preciso desse tipo de sistema, porque passou ali de 10, 15 mentorados, eu já começo a me perder nos casos, nos nomes, nos dados. Então eu realmente preciso dessa visualização constante. E alguns exemplos são dashboards das pesquisas que a gente rodou lá atrás, monitoramento de progresso dos nossos clientes, mentorados, painel de risco de saída, risco de abandono, alertas, avisos que vão chegar ali de notificações no nosso WhatsApp, por exemplo, avisando que aconteceu alguma coisa com algum mentorado, painel de aprovações, painel da equipe com os dados que a gente quiser visualizar ali. E isso vai acompanhar quem precisa de você hoje, pra gente saber no que focar a energia, no que atender primeiro. Então, a primeira coisa que você precisa [23:01] se perguntar é o que a sua ferramenta vai acompanhar no seu cliente, quais são os dados, quais são as métricas, o que que o meu método precisa acompanhar. Tudo partir daí. Se você ainda não tem clareza do seu método, do seu produto, aí você vai participar da imersão e depois você entra pro DPF, porque lá a gente aprofunda tudo isso. Então lá a gente tem metodologia, tem squads, tem agentes de inteligência, inteligência artificial que vão te ajudar a fazer toda essa extração de todo o seu conhecimento, de todo o seu método, colocar tudo isso dentro de um sistema, não necessariamente um sistema tangível no sentido de software, mas um sistema ã de documentação, né, organizado pra gente ter o nosso método, os nossos frameworks bem organizados. E tendo clareza disso, consequentemente eu vou saber o que que eu preciso acompanhar, quais são os marcos de cada etapa da jornada do meu cliente. Então aqui a gente vai passar agora pra parte dos critérios, né? Uma vez que você entendeu esse repertório, todas essas possibilidades que você pode estar criando, você deve estar se perguntando, [24:02] tá? Tudo isso parece importante, eu eu preciso de tudo isso por onde eu começo? E aí eu criei um critério aqui de quatro cortes. Então o primeiro é pensar aquilo que a gente já faz na mão. Então ai tudo isso eu queria, tá? Mas o que que você já tem, já tá fazendo e não dá para parar? Quais são os processos que você já tem hoje e que você poderia est automatizando? Você poderia est otimizando eles com essas ferramentas. Então isso é uma das coisas. talvez dá o onboarding, como é o onboarding hoje paraos seus clientes. Então, pensar em coisas que você já faz e que se repete em cada cliente. Então, cada cliente que que entra na minha consultoria, eu preciso criar uma pasta no drive e colocar lá todos os templates, todos os materiais para ele. Cada cliente que entra na minha mentoria, eu preciso fazer uma pesquisa inicial de onboarding. Daí eu tenho que mandar um formulário, ele responde, eu analiso isso manualmente. Então pensa em tudo que você já faz hoje dentro do seu produto, do seu serviço e que se repete. Aí tá um sinal de algumas coisas que [25:03] você já pode pensar em automatizar ao invés de sair querendo fazer coisas novas antes de otimizar o que já tem. Aí o que você acompanha, que é o que eu acabei de falar, isso é o critério decisivo. Eh, qual que é o progresso, né? Os marcos do progresso, as conquistas, tem alguma gamificação no meu produto que eu poderia acompanhar, pesquisas e assim por diante? aquilo que sobe o valor. Então, qual é a ferramenta que o meu cliente pagaria para ter? Que se eu gastar tempo, energia fazendo, desenvolvendo isso, vai me ajudar a vender mais o meu produto. Critério comercial também é importante de pensar. E o peso, a dificuldade disso, né? Então, desenvolver isso é um trabalho de uma tarde, é um trabalho de um final de semana, é um trabalho que é um projeto completo, que eu vou precisar fazer isso em sprints, por exemplo. Então, é algo importante de pensar também. Então, eu começaria pensando naquilo que eh eu já faço e que vai principalmente ajudar a aumentar a percepção de valor, tá? São os [26:04] principais critérios aqui para vocês já começarem a pensar. E essa questão aqui do da dificuldade é difícil para quem é leigo, para quem nunca fez uma ferramenta, saber a dificuldade. Então, depois da imersão vai ficar mais fácil de vocês entenderem ali a dificuldade das coisas. Por exemplo, criar criar uma ferramenta que responde no WhatsApp. que interage com o mentorado é muito mais complexo e por isso que a gente nem vai abordar esse tipo de ferramenta aqui na imersão, porque realmente isso precisa ser na mentoria, precisa ser dentro de um contexto de acompanhamento maior. Aqui na imersão a gente vai focar em ferramentas eh pontuais que você consegue desenvolver em uma tarde, um final de semana e que não precisa ser um projeto complexo. Ah, eu quero fazer todo o CRM, toda a minha área de membros e tal. você vai conseguir fazer com os princípios que você vai aprender na parte do conteúdo teórico da imersão, você consegue, porém entenda que são projetos mais complexos. O que que eu mai na minha jornada de desenvolvimento de sistema fiz? Eu comecei a minha [27:04] carreira, vamos dizer assim, eh no digital fazendo sistemas eh com sistemas no Notion. Oion é uma plataforma no code, então com baixo risco de segurança. Enfim, ainda assim essa jornada aí de 3 anos mais ou menos desenvolvendo sistemas noion, ela foi evoluindo com o tempo. Então eu fui aprimorando as minhas habilidades e conseguindo fazer sistemas mais complexos, com mais fórmulas e tal ao longo do tempo. Agora, quando eu fiz a migração, eu parei de fazer sistema no Notion e comecei a fazer sistema com Vibe Coding ou com engenharia de inteligência artificial. Hã, também foi uma jornada, comecei fazendo ferramentas mais simples, páginas mais simples e fui ampliando até criar toda a minha área de membros, até criar um agente de inteligência artificial que fica no grupo do WhatsApp respondendo os meus mentorados, criar um CRM, uma ferramenta completa pros meus clientes. Então, tudo isso foi evoluindo com o tempo, porém há uma evolução rápida e é isso que é interessante. A gente não precisa eh [28:03] sair criando mais complexo de primeira. a gente pode ir aos poucos, porém não precisa ser muito devagar. É questão aí de coisa de 2, 3, 4, 5 meses, dependendo da sua dedicação, você já vai tá nesse nível de expertise conseguindo criar e até vender esse tipo de ferramenta, se você quiser. Eh, bom, eh, acredito que em relação aos critérios ficou claro, né? Aqui a lógica, né? Se você empatou, ã, pensa sempre naquilo que você consegue construir mais rápido, porque construindo rápido, a gente implementa rápido e vai melhorando com o processo. E aí, ã, depois que você decidir aquilo que você vai desenvolver, a gente vai pra parte de de colocar isso no ar, né, de realmente fazer, que é o que a gente vai fazer lá na nossa imersão. Então, para ter uma noção aqui, né, o que que dá para fazer em uma tarde, é deixar a ferramenta rodando, é criar ali a página do seu cliente, um checklist, um diagnóstico, desde que você já tenha os parâmetros que você vai ponderar ali [29:03] nesse diagnóstico. Ã, a gente não vai trabalhar aqui a parte de método de extração de framework e tal, você já precisa ter isso. Então, ah, eu quero fazer um diagnóstico para saber qual é a ferramenta ideal que eu deveria fazer. Eh, é um tipo de diagnóstico que eu vou precisar parar desenvolver esse framework. desenvolver essa lógica de critérios e tal. E daí tudo isso é o Walker, que é a inteligência artificial da minha mentoria, que ajuda os meus clientes a fazer, tá? Então, só para alinhamento de expectativas em relação a isso. Eh, durante o fim de semana a gente consegue criar painel de aulas, jornadas, radares, enfim. E o que leva um projeto inteiro, que é o que a gente não vai fazer aqui, mas você consegue fazer porque os princípios são os mesmos, são arquiteturas complexas, né? Então, CRMs, assistentes que atendem no WhatsApp e assim por diante. E aí, ã, para você se preparar para esses dois dias, vão ser quatro blocos e no sábado de manhã é onde a gente vai [30:03] criar a arquitetura do que você decidiu. Eh, se você tá assistindo essa aula, você já vai ir muito mais preparado. Para quem não assistiu, vai chegar lá, vai precisar ainda pensar um pouquinho qual vai ser esse essa ferramenta que vai ser construída. E na parte da tarde a gente vai construir junto. Então, a partir desse documento de arquitetura, você vai ver essa ferramenta já e a versão um dela ficar pronta. Aí no domingo a gente refina essa ferramenta, né? A gente vai lapidar ali tanto a parte visual, funcional e tal, e vai colocar ela no ar, só que com segurança. Então vocês vão ver ali também quais são as plataformas intermediárias que eu uso, como é que eu crio base de dados, como é que eu crio eh a parte de conectar com o meu domínio, com a minha hospedagem, enfim. Então, tudo isso a gente vai falar no domingo também. E é claro, eh, aqui nesses dois dias eu também vou apresentar para vocês o DEPEF, que é o programa que eu citei brevemente aqui, que é a minha mentoria de implementação, e vocês vão ter acesso aí a uma oportunidade ultra exclusiva [31:03] para est fazendo parte aqui desse grupo comigo. Eh, então, quem também tiver interesse em saber mais, ã, recomendo que participe. Não vai ser uma imersão de cheia de pit, cheia de venda ali, não. Vai ter um momento específico que eu vou pedir licença para falar sobre isso, sobre essa próxima oportunidade e o resto vai ser muito conteúdo, muita mão na massa, porque as minhas imersões sempre são assim. Você pode perguntar para qualquer pessoa que já participou, eles vão confirmar isso. Bom, meus amores, então nos vemos no dia 26 e 27. Bloqueia a agenda das 9 da manhã e 6 da tarde. Vai ter intervalo de almoço ali entre meiodia, 2 horas da tarde, mais ou menos. Eh, mas vai ser muito intenso, muito prático. Então, não é o tipo de imersão que eu recomendo você, ah, vou deixar o computador aqui enquanto eu vou fazendo outra coisa, vou ficar ouvindo enquanto eu tô fazendo outra coisa. Não, não é uma imersão que você vai ter um bom proveito é de ficar ouvindo passivamente ou deixar ela rodando enquanto você faz outra coisa. Você [32:04] precisa estar atento para realmente não perder nada. É muita informação, você vai sair com a cabeça explodindo, mas com certeza muito mais clareza, muito mais repertório e autonomia para criar suas ferramentas. Se você ainda não comprou o VIP, eu recomendo que você faça isso, porque ele só vai est à venda até a véspera da imersão. No sábado a gente fecha a venda do VIP e daí quem comprou só o ao vivo só assiste ao vivo. Então, como você viu, vai ter bastante conteúdo. Ã, eu falo rápido, então talvez vai ter coisas que você vai precisar voltar a assistir de novo. Então, eu recomendo que você compre o VIP. Ah, Mayara, mas eu já tô pensando em entrar no DPEF. não tem problema, porque o VIP ele te dá o valor dele de cashback também para entrar no DPEF. Então, mesmo que você entre depois no programa, você recebe esse valor do VIP de volta em cashback e consegue daí, claro, ter acesso à gravação por muito mais tempo, né? Porque eh quem participa do DPF tem a gravação dessa de todas as imersões que eu já fiz durante todo o [33:04] período do acompanhamento. Eh, outra coisa importante é você entrar já na aqui na sua área de membros, né, onde você tá assistindo essa aula e responder a pesquisa, caso ainda não tenha respondido, e clicar ali para confirmar que você já instalou o Cloud Code. Só para eu ficar tranquila aqui do meu lado, como eu falei, a Contability. Então eu estou aqui sim monitorando esses dados e eu quero saber quem já tem o cloud instalado ou não. Dá para usar com Codex também? Dá para usar a aplicação da metodologia que a gente vai trabalhar. Você pode fazer no Codex, porém a ferramenta que eu vou estar usando vai ser o cloud Code. Então eu consigo garantir eh que eu vou conseguir te orientar, ensinar vocês certinho ali usando o cloud Code. O Codex, a metodologia de aplicação é a mesma, mas vão ter algumas variações ali, tanto no uso do aplicativo quanto no uso da IA em si. e recomendo o fone, carregador, computador, enfim, tudo e em dia ali, tudo organizadinho para não ter nenhum contratempo. E o que que você deve [34:02] chegar no sábado com isso pronto? Primeira coisa é a sua ferramenta já escolhida ou pelo menos uma ideia entre uma duas possibilidades ali do que você gostaria de desenvolver e escrever o que que ela vai acompanhar. Então, escreve ali em uma frase o que que você quer acompanhar sobre o seu cliente, qual é qual é a informação mais importante que você precisa saber. eh, junta as suas referências. Então, você pode pegar prints, produtos que você já consumiu, procurar no Pinterest, procurar no Google, no Instagram, enfim, para você ter boas referências visuais do que você quer construir. Isso ajuda muito e guardar tudo isso num lugar, numa pasta aí dentro do seu computador para na hora certa a gente acionar tudo isso, combinado? Eu vejo vocês então no sábado. Um beijo e até a próxima. M.